Pesquisar este blog

sexta-feira, 19 de agosto de 2011




 
Membrana Plasmática

Toda a célula, seja procarionte ou eucarionte, apresenta uma membrana que isola do meio exterior: a membrana plasmática. A membrana plasmática é tão fina (entre 6 a 9 nm) que os mais aperfeiçoados microscópios ópticos não conseguiram torná-la visível. Foi somente após o desenvolvimento da microscopia eletrônica que a membrana plasmática pode ser observada. Nas grandes ampliações obtidas pelo microscópio eletrônico, cortes transversais da membrana aparecem como uma linha mais clara entre duas mais escuras, delimitando o contorno de cada célula.

Constituição química da membrana plasmática
Estudos com membranas plasmáticas isoladas revelam que seus componentes mais abundantes são fosfolipídios, colesterol e proteínas. É por isso que se costumam dizer que as membranas plasmáticas têm constituição lipoprotéica.

O modelo do mosaico fluído
A disposição das moléculas na membrana plasmática foi elucidada recentemente, sendo que os lipídios formam uma camada dupla e contínua, no meio da qual se encaixam moléculas de proteína. A dupla camada de fosfolipídios é fluida, de consistência oleosa, e as proteínas mudam de posição continuamente, como se fossem peças de um mosaico. Esse modelo foi sugerido por dois pesquisadores, Singer e Nicholson, e recebeu o nome de Modelo Mosaico Fluido. 


O que aconteceria com a célula se a membrana plasmática não permitisse a passagem de nenhuma substância através dela?
Assim como, por exemplo, um carro precisa de portas para as pessoas entrarem e sair, as células também possuem mecanismos que permitem a entrada e a saída de substâncias.
Dizemos que a membrana plasmática seleciona a passagem destas substâncias e que ela possui, desta forma, uma permeabilidade seletiva.A camada fosfolipídica da membrana plasmática funciona como uma barreira fluida (maleável) e permite a passagem de substâncias diretamente através dela.
Você acha que tudo consegue atravessar essa barreira fosfolipídica?
A resposta é não. Atravessará a barreira apenas as substâncias pequenas que consigam se entremear através dos fosfoslipídeos. Essas substâncias precisam ter afinidades por lipídeos, senão não conseguiriam se "misturar" com eles para atravessar a membrana.
Por outro lado não são apenas substâncias com afinidades por lipídeos que atravessam a membrana plasmática. As substâncias que não conseguem atravessar diretamente a camada fosfolipídica podem entrar ou sair da célula através de suas portas e janelas, que são as proteínas.

A passagem das substâncias de pequeno porte através da membrana pode ocorrer passivamente ou ativamente

Antes de entender as duas formas principais de transporte na membrana, o passivo e o ativo, é necessário que compreenda muito bem o processo de difusão.
Você já deve ter observado o que acontece quando uma pessoa passa um perfume forte e permanece em um ambiente fechado. Em poucos instantes toda a sala fica com o cheiro do perfume. Já parou para se perguntar por que isso ocorre?
Lembra que dois corpos não ocupam um mesmo lugar no espaço? Isso significa dizer que quando uma "partícula" se move, ela acaba "tomando o lugar" de uma outra partícula que se encontra ao seu lado.
O ar é composto de diversas "partículas" flutuantes diferentes, ou seja, de gases, como o oxigênio, gás carbônico e nitrogênio, que se movem, e que estão sempre trocando de lugar uns com os outros.
O perfume é feito por um líquido muito volátil, que se torna um gás facilmente. Quando os gases perfumados são adicionados ao ar, eles também irão se mover e trocar de lugar com os outros tipos de gases. Isso faz com que depois de um tempo tenhamos gases de perfume espalhados por todo o ambiente fechado.
As moléculas presentes dentro de líquidos também possuem capacidade de movimento. Dentro da célula e em seu exterior existe grande quantidade de líquidos. Então, quando uma molécula qualquer se move dentro desses líquidos elas deverão também trocar de lugar com as moléculas que estão ao seu redor.
Agora, responda a seguinte pergunta: Uma pessoa está parada numa estação final de trem esperando para embarcar. O trem chega lotado de passageiros e abre as portas. A pessoa conseguirá entrar com facilidade?
Você já deve ter percebido que esta pessoa terá grande dificuldade de entrar no trem porque haverá um grande fluxo de passageiros saindo dele.
O mesmo acontece com as substâncias que entram e saem de uma célula. Se existe maior quantidade de substâncias de um lado ou do outro, haverá maior fluxo de passagem para o lado que a substância estiver em menor quantidade.
Assim, a difusão pode ser entendida como um maior fluxo de movimento de moléculas em direção a uma região onde as mesmas se encontram em menor quantidade.


a) Transporte Ativo – Movimento de entrada ou saída de substâncias em uma célula com gasto de energia. Ex: bomba de sódio e potássio. Para entender o transporte ativo, pense em nosso exemplo acima e imagine o caso da pessoa que está do lado de fora do trem. Para entrar no trem esta pessoa terá que "vencer" a direção natural de movimento de passageiros. E, ao fazer isso, terá que se movimentar contra um "gradiente" de passageiros e se esforçar bastante. Em outras palavras, ela terá que gastar energia. Para ocorrer a passagem de uma molécula contra um gradiente de concentração também será necessário o gasto de energia.
b) Transporte Passivo – Movimento feito sem gasto de energia, ou seja, respeitando o gradiente de condentração. Exemplos:


               


Osmose – É a difusão da água, ou seja, a passagem de água de um meio hipotônico (onde ela se encontra em maior quantidade) para um meio hipertônico (onde ela se encontra em menor quantidade). Em um meio hipotônico existe maior quantidade de água e menor quantidade de sal dissolvido. O contrário ocorre em um meio hipertônico.
              
Difusão facilitada
 – É a passagem de macromoléculas através de proteínas especiais denominadas permeases, que formam poros na membrana.

A membrana plasmática possui a capacidade de englobar substâncias de maior porte através da endocitose


Endocitose –
 Transporte de moléculas em grande quantidade. Existem dois tipos de mecanismos para esse transporte:



a) Fagocitose – Englobamento de partículas sólidas por meio da emissão de pseudópodes pela membrana plasmática.


b) Pinocitose – Englobamento de gotículas líquidas por meio de invaginações da membrana plasmática.
                     

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Esse vídeo é legal pois mostra as réplicas dos primeiros microscópios costruídos. Vale a pena ver para conhecer!


Agora, vejam esse piolho ao M.O. Eca, que nojo!!!!!!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Célula Eucarionte

As células eucariontes ou eucarióticas, também chamadas de eucélulas, são mais complexas que as procariontes. Possuem membrana nuclear individualizada e vários tipos de organelas. Todos os animais e plantas são dotados deste tipo de células.
Exemplos: Animal
 


Vegetal



Célula Procarionte - Bactéria

Procariontes, procariotas ou procariotos ( pro, anterior, antes, primeiro, primitivo - karyon, noz ou amêndoa - núcleo = Nucleo Primitivo) são organismos unicelulares que não apresentam seu material genético delimitado por uma membrana, a carioteca.
Exemplos:
Bactéria

Fotos - Microcópio

quinta-feira, 28 de julho de 2011

1º Ano - MICROSCÓPIO



    


  • Microscópio Óptico (M.O)
     Há menos de 400 anos, um vasto mundo foi descoberto pela humanidade: o mundo microscópio. Hoje, utilizam-se aparelhos altamente sofisticados, com os quais conseguem visualizar até mesmo a imagem de átomos.
     Acredita-se que o microscópio foi inventado em 1591 por Zacharias Janssen e seu pai, Hans Janssen, dois holandeses fabricantes de óculos.

     O holandês Antonie van  Leeuwenhok foi o primeiro estudioso a empregar um microscópio na investigação da natureza, registrando cuidadosamente suas observações. Leeuwenhok aprendeu técnicas  ópticas e construiu microscópio de uma só lente, com os quais observou água estagnada, sangue e esperma, descobrindo  nesses materiais, respectivamente, microrganismos, hemácias (células vermelhas do sangue) e espermatozóide. O microscópio de Leeuwenhok é considerado um microscópio simples, pois é constituído por uma única lente.

     O holandês Antonie van  Leeuwenhok foi o primeiro estudioso a empregar um microscópio na investigação da natureza, registrando cuidadosamente suas observações. Leeuwenhok aprendeu técnicas  ópticas e construiu microscópio de uma só lente, co os quais observou água estagnada, sangue e esperma, descobrindo  nesses materiais, respectivamente, microrganismos, hemácias (células vermelhas do sangue) e espermatozóide. O microscópio de Leeuwenhok é considerado um microscópio simples, pois é constituído por uma única lente.
Estimulados por essas descobertas, cientistas ingleses encarregaram o físico Robert Hooke de construir um microscópio ainda mais poderoso que os de Leeuwenhok. Hooke desenvolveu um modelo de microscópio com
duas lentes ajustadas a um tubo de metal, como o que havia sido inventado pelos Janssen. Por
ser constituído por duas lentes, esse aparelho ficou conhecido como microscópio composto.     Os microscópios ópticos modernos, também chamados microscópio fotônicos, pois funcionam com luz, possuem dois conjuntos principais de lentes ópticas, fabricadas em vidro ou cristal. Um dos conjuntos de lentes fica perto do objeto observado, constituindo a objetiva do microscópio; o outro conjunto de lentes, chamado ocular, fica próximo ao olho do observados.

Réplica do Microscópio de Robert Hooke

 Na década de 1950, os pesquisadores começaram a empregar os recém- inventados microscópios eletrônicos, que possibilitaram o estudo mais detalhado dos microrganismos. Enquanto os microscópios ópticos fornecem aumentos máximos em torno de 1.500 vezes, os microscópios eletrônicos modernos utilizam rotineiramente aumentos entre 5 mil a 100 mil vezes, ou ainda maiores. Mais importante que o aumento é o alto poder de resolução dos microscópios eletrônicos; seu limite de resolução é da ordem de 0, 001 um.
  •   Microscópio Eletrônico de Varredura
 Outro tipo de microscópio eletrônico utilizado para estudar detalhes de superfície de objetos sólidos, é o microscópio eletrônico de varredura. Nesse aparelho, projeta-se um feixe de elétrons extremamente condensado sobre o material já fixado e coberto com uma finíssima película metálica.  Move-se o feixe de elétrons para frente e para trás, “varrendo” todo o objeto. Durante essa varredura, a superfície do material emite elétrons, que são captados por um sensor. A interpretação computadorizada dos elétrons emitidos permite compor imagens tridimensionais, que são reproduzidas em um monitor e podem ser impressas como fotomicrografias. 



 


Exemplos de imagens:
-Microscópio Óptico

 células do sangue

- Microscópio Eletrônico
Células do sangue (hemácias e glóbulos brancos)
Microscópio Eletrônico (M.E)

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Vocês podem !!!!!! Estudem !!!!! Acreditem!!!!!!


Só em Deus a minha alma repousa,
Porque dele vem a minha salvação.
Só ele é a minha rocha e a minha salvação,
A minha fortaleza: jamais serei abalado!
Salmo 62

Seguidores